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composição: clima e cores.

Durante um processo criativo rolam as melhores bagunças! Eis o estudo de uma ceninha (daquelas que a gente agarra e repete várias vezes até achar a melhor composição) de O Sopro Sagrado, a Grande Epopéia - que só consigo produzir nas horinhas vagas entre um cafezinho e outro, no momento.

"sketchando" para o Sopro Sagrado

Então antes que fique tarde demais vou lhes apresentar os primeiros rascunhos feitos há algumas datas para os quadrinhos de O Sopro Sagrado - A Grande Epopéia , quando da criação das características das personagens (o roteiro já estava quase pronto). Perecebe-se no decorrer que ninguém é mais como era antes mas no fundo ainda existe uma característica peculiar. Houveram estudos para mudanças do traço, do tratamento de cores, de técnicas, etc. Já tá tudo definidinho e as páginas já começaram a ser rabiscadas. Nada é mais como nos sketchs, onde não há muita ou quase nenhuma preocupação com certas regras de anatomia, luz e sombra, pois experimenta-se por todos os lados... Se bem que eu gosto muito de brincar com isso de maneira que a regra não interfira e que as "licenças poéticas" dos traços não prejudiquem o trabalho, mas os enriqueçam. Claro que quem vem acompanhando já viu essas artes antes, publicadas aqui e ali, principalmente na minha página do Facebook . Mas o fato é ...

a escolha da técnica depende do material ou o material depende da técnica?

Eu já havia decidido não usar colorização digital em O Sopro Sagrado, A Grande Epopéia,  mas para definir como pintar as cores dessa obra, precisei fazer alguns pequenos mas fundamentais testes, usando materiais e técnicas de aplicações diferentes em cada um deles. Pouco distintos para muitos, mas para quem já tem certa experiência faz uma diferença que vai do 8 ao 80. Acima, uma das imagens rascunhadas no sketchbook, como estudo de cena (ângulo, iluminação e movimentos das personagens). Posteriormente a mesma foi para a mesa de luz para ser redesenhada no papel adequado. Abaixo, na primeira cena, temos um papel Fabriano 300g e os traços a nankin, com bico-de-pena e caneta. Já na segunda cena, traços à lápis fine art Cretacolor 2B e HB em papel Montval 300g. Posteriormente, iria fazer o mesmo teste de cores usando a mesma técnica, apenas invertendo os papéis (literalmente). Mas não precisei chegar a essa segunda opção, ainda bem! Essa parte do processo c...